Qualis/CAPES  B1 (2021-2024) Google Scholar   Citations: 922   |   h‑index: 13   |   i10‑index: 25   |   h5‑index: 66   |   h5‑median: 8 Impact: CUIDEN 0.107 RIC est.  SJIF 3.138 (2021)
Gestão do cuidado de crianças com transtorno afetivo bipolar
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Palavras-chave

Comportamentos Infantis
Transtorno Afetivo Bipolar na Infância
Psiquiatria
Saúde Mental
Pediatria

Como Citar

1.
Voltarelli A, Pinto EG, Oliveira AAC de, Marquez D de S, Silva WR da, Pereira CR, Silva JJS da, Queiróz MC, Araujo MA da G, Sakman R. Gestão do cuidado de crianças com transtorno afetivo bipolar. Glob Acad Nurs [Internet]. 6º de julho de 2025 [citado 18º de maio de 2026];6(Sup.1):e472. Disponível em: https://www.globalacademicnursing.com/index.php/globacadnurs/article/view/579

Resumo

Ao realizar uma reflexão da pesquisa científica como meio de desenvolvimento profissional do indivíduo nas organizações, o transtorno afetivo bipolar (TAB) é classificado pela Psiquiatria como um transtorno mental que expressa um quadro grave, crônico, recorrente e incapacitante e que representa um grande problema de saúde. Suas características são por dois tipos de condições: (a) mania e (b) depressão. Esses sintomas influenciam de forma significativa a vida dos indivíduos diagnosticados com TAB, tanto na apresentação sintomática, quanto quando submetidos às estratégias de tratamento. O diagnóstico do TAB é realizado por meio do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) e pela Classificação Internacional de Doenças (CID). O transtorno bipolar é um distúrbio que afeta o sistema nervoso do paciente. Nesse caso, ocorre que o indivíduo fica muito deprimido ou muito agitado, sendo também comum a insônia. Durante esses episódios, chamados de mania, ocorrem mudanças no cérebro e no corpo do paciente. A doença é hereditária e afeta 2% da população. Qualquer pessoa pode pegar a doença, mas é mais comum em quem já tem um familiar com o problema.

https://doi.org/10.5935/2675-5602.20200472
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Referências

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